Inteligência artificial conclui a “Décima” de Beethoven

Depois que computadores concluíram composições incompletas de Gustav Mahler e Franz Schubert, chegou a vez da sinfonia “inacabada” de Ludwig van Beethoven (1770-1827). Ao morrer, ele deixou esboços, em parte apenas breves fragmentos, não elaborados, de sua Sinfonia nº 10. Uma tentativa do musicólogo e compositor inglês Barry Cooper de concluir o primeiro movimento teve recepção pouco entusiástica ao ser estreada em 1988. Deutsche Welle

Em meados de 2019, a companhia de telecomunicações Telekom, sediada em Bonn, cidade natal do compositor, encarregou uma equipe de musicólogos, compositores e informáticos de analisar e assimilar o estilo beethoveniano, de modo a estar apta a terminar a “Inacabada” com apoio da inteligência artificial.

No decorrer do projeto, dispositivos de inteligência artificial foram alimentados com esboços e anotações do músico no limiar do classicismo para o romantismo, assim como com partituras de seus contemporâneos.

De modo análogo à rede neuronal do cérebro, o computador é capaz de criar novas conexões independentemente. Alimentado com sinfonias, sonatas para piano e quartetos de cordas de Beethoven, o sistema de IA foi progressivamente treinado para “pensar” como ele. Os resultados musicais que combinavam melhor entre si foram reintroduzidos no sistema, gerando mais música, e a composição foi crescendo.

Por ocasião dos 250 anos do nascimento do gênio musical alemão – devido à pandemia de covid-19, um pouco atrasado –, a obra híbrida foi estreada no sábado (09/10), dentro da programação do Beethovenfest de Bonn.

A prova dos nove foi a estreia da nova Décima de Beethoven pela Orquestra Beethoven de Bonn, regida pelo diretor musical geral da cidade, Dirk Kaftan, no sábado, no Telekom Forum, sob o título Beethoven X – The AI Project.https://www.youtube.com/embed/Rvj3Oblscqw?feature=oembed

Beethoven X: The AI Project: Full Audio (Played By The Beethoven Orchestra Of Bonn) – Sam

Para a pesquisa, tais cooperações são muito estimulantes, fornecendo dados sobre como as máquinas podem assistir os seres humanos – ou mesmo imitá-los em atividades criativas.

“Queríamos entender melhor qual é o estado da tecnologia na geração de música”, relata Ahmed Elgammal, diretor do laboratório Art & AI da Universidade Rutgers University de Nova York e programador do sistema de inteligência artificial Beethoven-KI. E, usando módulos de processamento da linguagem natural, “procuramos testar os limites”.

Só após a morte de Beethoven, em 1827, a posteridade ficou sabendo que a criação musical não era para ele uma tarefa simples. Relatos de contemporâneos que o vivenciaram no ato de compor influenciaram a imagem do maestro enredado na luta implacável e incondicional pela obra perfeita. Como neste quadro de Carl Schlösser, feito por volta de 1890.

Olhar sério, expressão ligeiramente severa, juba de leão: poucos compositores ostentam uma imagem tão popular como a do alemão Ludwig van Beethoven (1770-1827). No entanto, foram sobretudo os retratos do fim de vida que fixaram essa imagem de artista revolucionário, combativo e difícil.

Beethoven: Symphony No. 9 | Daniel Barenboim & the West-Eastern Divan Orchestra (complete symphony) – DW Classical Music

The West-Eastern Divan Orchestra conducted by Daniel Barenboim performs Beethoven’s Ninth Symphony at the Berlin Philharmonic. It’s supported by singers Angela Denoke, Waltraud Meier, Burkhard Fritz and René Pape. The West-Eastern Divan Orchestra is a very special ensemble: It is made up of young Israeli and Arab musicians and is campaigning for a peaceful solution to the Middle East conflict. The West-Eastern Divan Orchestra, which was founded in 1999, gives concerts all over the world. Proceeds from the concert in Berlin went to the Barenboim-Said Academy, which supports musical education programs.

The 9th Symphony in D minor op. 125 is the last finished symphony by the composer Ludwig van Beethoven. The work was premiered in Vienna on May 7, 1824 in the presence of Beethoven, who was already completely deaf and was a complete success. The fourth movement is also known as “Ode to Joy” and is one of the most popular songs in the world. Since 1985, the main theme of the last movement has been the official European anthem. UM CANCERIANO SEM LAR.

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